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Chega de "virada de chave". Precisamos de sangue no olho e organização

  • 27 de ago. de 2025
  • 1 min de leitura

Por Kelly Rodrigues




A expressão “virada de chave” virou mantra recente no Corinthians. Está em coletivas, em manchetes, nas falas de jogadores e dirigentes. Mas, no fundo, é sintoma de instabilidade: um clube que não encontra constância e vive sempre de lampejos, de pontos fora da curva, como se cada semana exigisse uma retomada. A verdade é que já cansamos disso.


No domingo, o Corinthians venceu bem o Vasco. Na segunda, elegeu Osmar Stabile como novo presidente após o impeachment de Augusto Melo. Agora, resta torcer para que seja, de fato, a virada definitiva, e não apenas mais uma.


Hoje, o time enfrenta o Athetico, às 21h30, na Ligga Arena. Será uma boa oportunidade de observar se o time terá a postura de eterna espera e consequente desatenção. Ou se entrarão com o sangue no olho que precisamos.


Esse é o tipo de jogo que o Corinthians adora complicar por conta própria, como aconteceu, por exemplo, contra os venezuelanos da UCV e os equatorianos do Barcelona no início do ano. Mais recentemente, o mesmo ocorreu contra o Bahia e o Juventude.


Qual é a sua aposta para hoje?

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